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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Os 10 fundamentos do Adobe Photoshop.

Os 10 fundamentos estão expressos em um texto conciso que praticamenta obriga o leitor a lê-los com o programa aberto para experimentar tudo!
Uma das maiores dificuldades de quem está aprendendo é saber em qual ordem começar, mas um roteiro pode ajudar, e muito, as etapas de criação.
Então, aqui vão elas:
1- Gerencie as cores: conheça todos os espaços de cores e use-os corretamente;
2- Determine o alcance dinâmico: faça as informações visuais caberem dentro dos limites do sistema digital de imagens, com o máximo de rendimento;
3- Elimine as invasões de cores: resolva os desvios de cor, que são um problema constante na imagem digital;
4- Defina contrastes de tom: controle, isoladamente, cada tom da imagem com Curves para um ajuste ultrapreciso;
5- Estabeleça a saturação cromática: truques radicais no espaço de cor Lab;
6- Elimine as distrações: recortes, carimbos e maquiagem virtual em retratos;
7- Ajuste seletivamente: métodos diferentes para criar e ajustar máscaras;
8- Recupere detalhes: ajuste a nitidez conforme o suporte e dimensões de saída;
9- Faça o improvável parecer real: tratamentos específicos para a pele, talvez a seção mais interessante e instrutiva;
10- Preserve os originais e prepare saídas: estratégias de fluxo de trabalho, arquivamento e becape.

Com essas dicas certamente o seu projeto vai ficar ainda melhor e mais organizado!


Fonte:
Revista Photoshop Creative, nº 04.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Quem é vivo sempre aparece!

Oi pessoal.
Ficamos um certo tempo sem aparecer por aqui, mas estamos de volta!
Com novidades sobre web designer, nossa agência e algumas peculiaridades
que encontramos enquanto navegamos pela internet.

Então é isto, aguardem novas postagens!

Nós da TurcoDesign atuamos no campo da programação visual.

Desenvolvemos identidades visuais, publicidade e propaganda, marketing e web design. Projetamos sites desde o seu nível mais básico,

até os mais avançados como galerias, rádios, catálogos, entre outros. Tal como, logo marcas personalizadas, cartões de visita,banners e outros produtos gráficos.


Veja alguns projetos de web que já desenvolvemos:

AMG - www.transportadoraamg.com.br

Tecmov - www.tecmovrs.com.br

Idea - www.ideaconsultoriaeassessoria.com

Floricultura Kalachue - www.floriculturakalachue.com.br

Vitalitá - www.vitalita-rs.com.br

America Sul - www.americasul.com.br

Blend Chocolates - www.blendchocolates.com.br

Flow Mec www.flowmec.com.br

Transportadora AMG http://transportadoraamg.web275.uni5.net/


Seja nosso amigo também no orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8318058665223602365&rl=t



quinta-feira, 22 de abril de 2010

Previsão 2020: Banda larga será o acesso a internet mais usado

Pesquisa realizada pelo Profuturo/FIA (Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração), sobre o futuro da Banda Larga nos próximos dez anos no país, revela que metade da população de classe C terá acesso à Internet em 2020, sendo que 60% das conexões via banda larga. Levantamento indicou que, em 2008, apenas 7% das conexões desse segmento econômico era de alta velocidade.

Além da classe C, outras esferas também terão grande aumento na utilização dessa tecnologia. Na classe A, em 2008, 64% das conexões de Internet eram por meio de banda larga, porém, em 2020, a projeção é de que esse índice suba para 99%. Na classe B, as conexões saltarão de 26%, em 2008, para 90% em 2020; e as classes D e E saltarão de 1%, em 2008, para 25% em 2020.

Dessa forma, a tecnologia que mais terá crescimento no tipo de conexão em 10 anos, com 33%, será a "Conexão via cabo modem ou wireless (oferecida pelas operadoras de TV por assinatura)", seguida da "Conexão via redes WiMAX", com 31%. Outras tecnologias também figuram entre as que conquistarão uma fatia maior do mercado como o acesso via 3G/4G (celular) e a conexão por rede elétrica, indicadas, respectivamente, por 17% e 11%.

Considerando especificamente o acesso das classes C, D e E à Internet banda larga, o estudo destaca que o principal meio para navegação na web até 2020 será a ADSL (oferecida pelas operadoras de telefonia fixa, por cabos telefônicos), pois será a opção com menores custos e maior viabilidade financeira, dado que outras tecnologias, como a TV a cabo, não conseguem alcançar os locais onde moram as pessoas destas classes sociais.

Para o professor James Wright, coordenador do Profuturo e um dos autores da pesquisa, dois fatores de destaque serão responsáveis pelo crescimento desse tipo de conexão no país. "O menor custo da banda larga, impulsionado pelo Plano Nacional de Banda Larga, em que o preço anunciado pelo governo deve custar em torno de R$ 25 e R$ 35, e o incentivo para a compra de computadores terão caráter determinante para essa expansão", explica.

fonte (http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/3047/previsao_2020_banda_larga_sera_o_acesso_a_internet_mais_usado)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Algumas Razões para não fazer um site em Flash

O Flash é, sem dúvida, uma tecnologia excelente para criação de animações multimídias e com grande interatividade. Infelizmente, ele sempre foi utilizado de maneira inadequada por grande parte das empresas. Neste artigo irei abordar algumas razões para não fazer um site em Flash. Sei que irá gerar polêmica, mas os conflitos de ideias é que geram reflexões e novas maneiras de resolver um problema.
Alias, ao invés de pensar em PROBLEMAS, vamos substituir por BENEFÍCIOS. Que benefícios o site deve trazer para o consumidor e para empresa?
O site deve ser uma ferramenta eficaz de atração, comunicação, aprendizado e interatividade com o consumidor, reforçando sua marca e conquistando uma parcela do escasso tempo das pessoas.
"O valor não está na quantidade, seja de pessoas ou acessos, e sim no tempo (que as pessoas gastam no site) e na relevância" - Michel Lent, VP de Criação da Ogilvyinteractive.
Vejamos como é possível usar o flash de forma mais eficaz em seus sites.


01. O Google não indexa bem sites em Flash

Para o Google é importante conseguir ler com facilidade o conteúdo do site, e o flash dificulta esta tarefa. Os defensores do flash podem argumentar que há recursos para permitir que o Google indexe o site, porém vamos ser práticos: isso terá um custo e o cliente terá que arcar com o investimento. Veja o argumento na ajuda do Google:


02. URLs únicas

O site inteiramente desenvolvido com Flash é como um vídeo para o Google, portanto conta apenas uma URL. Ou seja, o Google conseguirá indexar pouquíssimas páginas.
Como a URL e o número de páginas são fatores de relevância, o site em flash perde mais pontos no ranking do Google.


03. Maior dificuldade na gestão de conteúdo

Em geral, os sites em flash são desenvolvidos de forma que o cliente dependa 100% do webdesigner para atualizar conteúdo, o que, antigamente, era um ponto a favor do webdesigner, que poderia cobrar do cliente para realizar alterações de textos e fotos. Porém, isso hoje é um ponto negativo, pois a disseminação de CMSs (Content Management Systems) como o WordPress e o Joomla!, um número cada vez maior de clientes percebem que podem (e devem ter um site dinâmico e fácil de atualizar).
A importância de atualizar com frequência o site é o fato do Google "gostar" de sites que publicam novos conteúdos com regularidade, e com isso, ganham pontos no ranking do Google. Além disso, seus clientes também tendem a retornar ao site para APRENDER com as ideias de sua empresa.


04. Dispositivo Móveis não visualizam bem sites em Flash

Já tentou acessar um site em Flash do seu celular ou do smartphone para pegar um telefone ou endereço? É muito complicado e, não raramente, impossível. Veja o excelente texto do Pedro Bombonatti: "o acesso a internet pelo celular deverá superar o acesso pelo computador".
"Um estudo sobre internet móvel realizado pela Morgan Stanley prevê que o acesso a internet pelo celular deverá superar o acesso pelo computador em cerca de 5 anos. Este estudo aponta a popularização de smartphones, e-readers e tablets e a ampliação das redes 3G e 4G como os principais fatores que favorecem o aumento no acesso a internet pelo celular" - Pedro Bombonatti.


05. Prejudica as campanhas de Links Patrocinados do Google (adwords)

Uma boa prática nas campanas de AdWords é direcionar o link para uma página interna com informações das PALAVRAS-CHAVE que o usuário pesquisou. Por exemplo: se o internauta pesquisar "marketing no google", o link deverá direcionar para página com informações sobre o Curso de Marketing no Google da Konfide, no meu caso.
Como o site em Flash não possui URLs para cada conteúdo, pois todos estão dentro do "filme" do Flash, as campanhas de AdWords só conseguem direcionar para a Home Page. O problema é um dos critérios de qualificação do ÍNDICE DE QUALIDADE é a análise da Landing Page (página de aterrisagem), ou seja, o Google analisa se existe, na páginas, a palavra-chave pesquisada, e também se a página demora para carregar. Ops! Sites em Flash demoram para carregar e o Google terá dificuldades para conseguir localizar palavras-chave!
"Cada uma de suas palavras-chave receberá uma nota do tempo de carregamento com base no tempo de carregamento médio das páginas de destino do grupo de anúncios..." - fonte: ajuda do Google para "como o tempo de carregamento afeta a qualidade da minha página destino?"


Conclusão
Recordando as palavras que devem caracterizar um site focado no consumidor: atração, comunicação, aprendizado e interatividade. A conclusão é que a internet trouxe o poder ao consumidor, pois as centenas de opções para consumir conteúdo na internet (blogs, sites de relacionamento, grupos de discussão, sites de vídeos, etc.) tornaram a RELEVÂNCIA uma palavra de ordem primordial. Com isso, um site relevante deve cumprir os seguintes requisitos:
Atrair o consumidor a partir de buscas (ser otimizado com técnicas de SEO) ou através das redes sociais (ter conteúdo de qualidade), comunicar com eficácia os produtos/serviços da empresa (arquitetura de informação e usabilidade), ensinar algo novo para o visitante (conteúdo relevante e exclusivo) e permitir que o visitante possa interagir com comentários, sugestões, fotos, vídeos, etc. (conteúdo colaborativo).

O site não foi feito para o dono do site e nem para o webdesigner, o site deve ser feito para quem irá visitar o site, também conhecidos como CLIENTES.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/16067