Blog da Agência de Publicidade Digital TurcoDesign, artigos sobre web designer, publicidade, novas tecnologias, novas oportunidades, inovações e novas tendências, iremos exibir tutoriais, arquivos para download para facilitar a vida do Web Designer e Designer.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Algumas Razões para não fazer um site em Flash
Alias, ao invés de pensar em PROBLEMAS, vamos substituir por BENEFÍCIOS. Que benefícios o site deve trazer para o consumidor e para empresa?
O site deve ser uma ferramenta eficaz de atração, comunicação, aprendizado e interatividade com o consumidor, reforçando sua marca e conquistando uma parcela do escasso tempo das pessoas.
"O valor não está na quantidade, seja de pessoas ou acessos, e sim no tempo (que as pessoas gastam no site) e na relevância" - Michel Lent, VP de Criação da Ogilvyinteractive.
Vejamos como é possível usar o flash de forma mais eficaz em seus sites.
01. O Google não indexa bem sites em Flash
Para o Google é importante conseguir ler com facilidade o conteúdo do site, e o flash dificulta esta tarefa. Os defensores do flash podem argumentar que há recursos para permitir que o Google indexe o site, porém vamos ser práticos: isso terá um custo e o cliente terá que arcar com o investimento. Veja o argumento na ajuda do Google:
02. URLs únicas
O site inteiramente desenvolvido com Flash é como um vídeo para o Google, portanto conta apenas uma URL. Ou seja, o Google conseguirá indexar pouquíssimas páginas.
Como a URL e o número de páginas são fatores de relevância, o site em flash perde mais pontos no ranking do Google.
03. Maior dificuldade na gestão de conteúdo
Em geral, os sites em flash são desenvolvidos de forma que o cliente dependa 100% do webdesigner para atualizar conteúdo, o que, antigamente, era um ponto a favor do webdesigner, que poderia cobrar do cliente para realizar alterações de textos e fotos. Porém, isso hoje é um ponto negativo, pois a disseminação de CMSs (Content Management Systems) como o WordPress e o Joomla!, um número cada vez maior de clientes percebem que podem (e devem ter um site dinâmico e fácil de atualizar).
A importância de atualizar com frequência o site é o fato do Google "gostar" de sites que publicam novos conteúdos com regularidade, e com isso, ganham pontos no ranking do Google. Além disso, seus clientes também tendem a retornar ao site para APRENDER com as ideias de sua empresa.
04. Dispositivo Móveis não visualizam bem sites em Flash
Já tentou acessar um site em Flash do seu celular ou do smartphone para pegar um telefone ou endereço? É muito complicado e, não raramente, impossível. Veja o excelente texto do Pedro Bombonatti: "o acesso a internet pelo celular deverá superar o acesso pelo computador".
"Um estudo sobre internet móvel realizado pela Morgan Stanley prevê que o acesso a internet pelo celular deverá superar o acesso pelo computador em cerca de 5 anos. Este estudo aponta a popularização de smartphones, e-readers e tablets e a ampliação das redes 3G e 4G como os principais fatores que favorecem o aumento no acesso a internet pelo celular" - Pedro Bombonatti.
05. Prejudica as campanhas de Links Patrocinados do Google (adwords)
Uma boa prática nas campanas de AdWords é direcionar o link para uma página interna com informações das PALAVRAS-CHAVE que o usuário pesquisou. Por exemplo: se o internauta pesquisar "marketing no google", o link deverá direcionar para página com informações sobre o Curso de Marketing no Google da Konfide, no meu caso.
Como o site em Flash não possui URLs para cada conteúdo, pois todos estão dentro do "filme" do Flash, as campanhas de AdWords só conseguem direcionar para a Home Page. O problema é um dos critérios de qualificação do ÍNDICE DE QUALIDADE é a análise da Landing Page (página de aterrisagem), ou seja, o Google analisa se existe, na páginas, a palavra-chave pesquisada, e também se a página demora para carregar. Ops! Sites em Flash demoram para carregar e o Google terá dificuldades para conseguir localizar palavras-chave!
"Cada uma de suas palavras-chave receberá uma nota do tempo de carregamento com base no tempo de carregamento médio das páginas de destino do grupo de anúncios..." - fonte: ajuda do Google para "como o tempo de carregamento afeta a qualidade da minha página destino?"
Conclusão
Recordando as palavras que devem caracterizar um site focado no consumidor: atração, comunicação, aprendizado e interatividade. A conclusão é que a internet trouxe o poder ao consumidor, pois as centenas de opções para consumir conteúdo na internet (blogs, sites de relacionamento, grupos de discussão, sites de vídeos, etc.) tornaram a RELEVÂNCIA uma palavra de ordem primordial. Com isso, um site relevante deve cumprir os seguintes requisitos:
Atrair o consumidor a partir de buscas (ser otimizado com técnicas de SEO) ou através das redes sociais (ter conteúdo de qualidade), comunicar com eficácia os produtos/serviços da empresa (arquitetura de informação e usabilidade), ensinar algo novo para o visitante (conteúdo relevante e exclusivo) e permitir que o visitante possa interagir com comentários, sugestões, fotos, vídeos, etc. (conteúdo colaborativo).
O site não foi feito para o dono do site e nem para o webdesigner, o site deve ser feito para quem irá visitar o site, também conhecidos como CLIENTES.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/16067
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
As Melhores Ferramentas Gratuitas
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Video Interativo muito legal!!!
Hoje em dia os vídeos são dependentes de quem os filmou para que o espectador possa ter uma boa experiência.
Porém os holandeses criadores da YellowBird apresentam uma proposta diferente: Vídeos interativos em 3D. Você pode manipular o vídeo para visualizar o mesmo de diversos ângulos diferentes, tudo isso enquando o vídeo continua a passar.
Abaixo um exemplo do que é possível com o Yellowbird:
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Será real ou Efeitos!
muito legal...
Mas será que é de verdade ou efeitos de computação.
Morra, IE6, MORRA!
O Internet Explorer 6, considerado um dos maiores desastres da computação moderna, tem uma interface ultrapassada, vem irritando webdesigners há anos por não exibir direito páginas da web, e sua segurança tem mais buracos que um queijo suíço. Grandes sites, como o Facebook, Digg, Youtube e até o Twitter vão abandonar o IE6. Mas cerca de 20% de quem navega na web ainda usam esse navegador. Por que ele não morre de uma vez?
Na Idade das Trevas dos navegadores, depois que o Netscape sumiu do mapa, o Internet Explorer 6 reinava soberano: era usado por mais de 90% dos que navegavam na web. Então vieram os concorrentes: o Opera já era gratuito desde 2000; em 2003 surgiu o Safari; e o Firefox ganhou espaço onde antes o IE dominava. Abas, campo de pesquisa à direita da barra de endereços, anti-phishing e respeito a modernos padrões da web viraram norma — exceto para o IE. A Microsoft demorou para responder à concorrência: só em 2006 lançou o Internet Explorer 7, e em março saiu a versão 8. Mas o IE6 não sumiu. Por quê?
Basicamente, por dois três motivos: porque o IE6 vem junto com o Windows XP, sistema operacional usado em dois terços dos computadores do mundo; porque a Microsoft bloqueou a atualização para o IE7 em Windows pirata (até o fim de 2007, mas muitos ainda temem o WGA); e porque muitas empresas resistem em atualizar o IE6, ou em mudar de navegador — afinal, dá trabalho fazer isso em diversas máquinas, páginas de intranet são feitas para funcionarem no IE6, e a maioria das páginas da internet (ainda) funcionam no IE6.
Mas não por muito tempo: a próxima revolução na internet está chegando, e ela se chama HTML5. Com a nova versão da linguagem HTML, será possível integrar áudio e vídeo nas páginas sem usar plug-ins (como o Flash). Recursos como arrastar-e-soltar e guardar conteúdo offline vão facilitar o desenvolvimento de aplicativos web — e, como sabemos, o Google aposta forte nisso, principalmente agora que anunciou o Chrome OS. Mas o Internet Explorer 6 não roda HTML5.
Ah, mas por enquanto o IE6 não incomoda, certo? Errado. Padrões hoje básicos da web, como CSS versão 2 e XHTML, não funcionam 100% no navegador — o que obriga webdesigners a perderem tempo fazendo sites funcionarem com o IE6. Fora que ele é muito instável e, mesmo atualizado, tem muitas vulnerabilidades de segurança. O Digg e o Youtube já avisaram que em breve não vão mais se adaptar para o IE6, e o Facebook recomenda atualizar o navegador quando você faz login usando o IE6. E existe campanha na internet para matar o IE6 de uma vez — fora o Save IE6, pegadinha de Primeiro de Abril que propõe salvar o navegador de 2001.
O Internet Explorer 6 já causou todo prejuízo possível: deixou usuários vulneráveis com suas inúmeras falhas e interface ultrapassada, fez webdesigners perderem muito tempo programando para o IE6, e impediu o avanço de padrões da web. Agora chega: IE6, é hora de sacrificar você. Morra de uma vez. [Mashable]