Blog da Agência de Publicidade Digital TurcoDesign, artigos sobre web designer, publicidade, novas tecnologias, novas oportunidades, inovações e novas tendências, iremos exibir tutoriais, arquivos para download para facilitar a vida do Web Designer e Designer.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Será real ou Efeitos!
muito legal...
Mas será que é de verdade ou efeitos de computação.
Morra, IE6, MORRA!
O Internet Explorer 6, considerado um dos maiores desastres da computação moderna, tem uma interface ultrapassada, vem irritando webdesigners há anos por não exibir direito páginas da web, e sua segurança tem mais buracos que um queijo suíço. Grandes sites, como o Facebook, Digg, Youtube e até o Twitter vão abandonar o IE6. Mas cerca de 20% de quem navega na web ainda usam esse navegador. Por que ele não morre de uma vez?
Na Idade das Trevas dos navegadores, depois que o Netscape sumiu do mapa, o Internet Explorer 6 reinava soberano: era usado por mais de 90% dos que navegavam na web. Então vieram os concorrentes: o Opera já era gratuito desde 2000; em 2003 surgiu o Safari; e o Firefox ganhou espaço onde antes o IE dominava. Abas, campo de pesquisa à direita da barra de endereços, anti-phishing e respeito a modernos padrões da web viraram norma — exceto para o IE. A Microsoft demorou para responder à concorrência: só em 2006 lançou o Internet Explorer 7, e em março saiu a versão 8. Mas o IE6 não sumiu. Por quê?
Basicamente, por dois três motivos: porque o IE6 vem junto com o Windows XP, sistema operacional usado em dois terços dos computadores do mundo; porque a Microsoft bloqueou a atualização para o IE7 em Windows pirata (até o fim de 2007, mas muitos ainda temem o WGA); e porque muitas empresas resistem em atualizar o IE6, ou em mudar de navegador — afinal, dá trabalho fazer isso em diversas máquinas, páginas de intranet são feitas para funcionarem no IE6, e a maioria das páginas da internet (ainda) funcionam no IE6.
Mas não por muito tempo: a próxima revolução na internet está chegando, e ela se chama HTML5. Com a nova versão da linguagem HTML, será possível integrar áudio e vídeo nas páginas sem usar plug-ins (como o Flash). Recursos como arrastar-e-soltar e guardar conteúdo offline vão facilitar o desenvolvimento de aplicativos web — e, como sabemos, o Google aposta forte nisso, principalmente agora que anunciou o Chrome OS. Mas o Internet Explorer 6 não roda HTML5.
Ah, mas por enquanto o IE6 não incomoda, certo? Errado. Padrões hoje básicos da web, como CSS versão 2 e XHTML, não funcionam 100% no navegador — o que obriga webdesigners a perderem tempo fazendo sites funcionarem com o IE6. Fora que ele é muito instável e, mesmo atualizado, tem muitas vulnerabilidades de segurança. O Digg e o Youtube já avisaram que em breve não vão mais se adaptar para o IE6, e o Facebook recomenda atualizar o navegador quando você faz login usando o IE6. E existe campanha na internet para matar o IE6 de uma vez — fora o Save IE6, pegadinha de Primeiro de Abril que propõe salvar o navegador de 2001.
O Internet Explorer 6 já causou todo prejuízo possível: deixou usuários vulneráveis com suas inúmeras falhas e interface ultrapassada, fez webdesigners perderem muito tempo programando para o IE6, e impediu o avanço de padrões da web. Agora chega: IE6, é hora de sacrificar você. Morra de uma vez. [Mashable]
sábado, 11 de julho de 2009
Versão Brasileira do Twitter!
Claro de um jeito mais criativo, digamos!!! Meio inusitado, um pouco fora dos bons costumes...
Pra quando se pensa já vi de tudo na internet...
"Ou pensa preciso fazer alguma coisa para ficar rico!!! Milhonário!!!" Pois bem, lhes apresento o Cocoiter!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Google vai enfrentar Windows com programa grátis e foco no acesso à web!
O Chrome OS, sistema operacional em desenvolvimento pelo Google, vai ser disponibilizado para download grátis, a partir de 2010 --máquinas, inicialmente netbooks, com o programa instalado também deve chegar ao mercado no ano que vem, segundo a empresa. O Google afirma que o objetivo é ter um sistema mais enxuto, para computadores baratos, com foco no acesso à internet.
Depois do Docs, pacote on-line que concorre com o Office, e o Chrome, navegador rival do Internet Explorer, o Google vai "ciscar" no terreno mais importante da Microsoft, o Windows, sistema operacional presente em cerca de 90% dos computadores no mundo, mas que tem enfrentado problemas de concorrência.
A mais recente versão do programa, o Vista, não emplacou e é apontado como o responsável por afastar muitos usuários --é pesado e exige máquinas mais robustas para funcionar corretamente. O novo modelo, o Windows 7, deve chegar ao mercado em outubro, mais cedo que o esperado, na tentativa de conter esse quadro. A promessa é ter um programa mais simples e leve.
De acordo com o Google, o foco do Chrome OS é justamente esse: ser mais rápido em máquinas mais baratas, usadas por consumidores que não precisam fazer mais do que atividades básicas no PC, como usar a web, digitar textos e baixar fotos. Ainda não está definido, exatamente, qual será a configuração exigida pelo sistema operacional.
Aliança
O modelo de distribuição do programa será similar ao usado pelo Google para a plataforma Android, usada em celulares. A empresa desenvolve o sistema com os fabricantes, que vendem máquinas com o programa embarcado. Não foi revelado que fabricantes vão comercializar o produto.
Diferentemente do Windows, o Chrome OS será baseado no Linux, sistema de código aberto, o que significa que desenvolvedores e fabricantes de computadores poderão fazer alterações no sistema, de acordo com suas estratégias --a expectativa é que esses especialistas tenham acesso à plataforma até o fim do ano. Com o Android, que deve chegar ao Brasil até o fim do ano, isso também ocorre.
Financiamento
O Google afirma não ter a intenção de colocar publicidade no programa, como forma de financiar os custos.
"Estamos basicamente seguindo a mesma estratégia do Android: ter uma plataforma de distribuição gratuita para aumentar a penetração da internet e o tráfego on-line. Não queremos cobrar ou embutir publicidade na navegação", afirma Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil. Com o aumento no acesso à internet, haveria mais pessoas suscetíveis a clicar nos links patrocinados, que são o carro-chefe da empresa.
Como de praxe, o Google também nega que vá competir com a Microsoft. "Continuamos com o foco no usuário, que é o nosso negócio. Não estamos preocupados com o que a concorrência faz ou deixa de fazer", diz o executivo.
Resta saber se o Google conseguirá concorrer, de fato, com a Microsoft. No setor de browsers, a empresa ainda tem uma participação pequena: O Internet Explorer tem 65,8% do mercado, seguido pelo Firefox, com 22,4%, e Safari (8,5%). O Chrome vem em seguida com 1,7%, segundo dados da consultoria Net Applications.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Mitos Sobre Indexação dos Sites pelo Google
Recentemente, um blog de fora do Brasil fez um teste sobre o que eles chamaram de mitos do google: Busting Google indexation myths.
Eles testaram o seguinte:
- O Google indexa um site se você adicionar o código do Google Analytics.
- O Google indexa um site se você adicionar um AdWords.
- O Google indexa um site se você adicionar um AdSense.
- O Google indexa páginas que só podem ser atingidas por links com nofollow.
- O Google indexa páginas bloqueadas no robots.txt.
Exceto pelo último item, sinalizado como “plausível”, todo o resto foi tachado como mito.
Neste último item, a equipe de teste mostrou que em uma busca do tipo “site:www.domain.com” o google indexou uma página bloqueada no robots.txt. Acho que isso é uma falha grave.
Quanto ao google analytics e adsense, a minha experiência diz o contrário: o uso desses itens agiliza a indexação por parte do google. Quanto ao nofollow, eu pelo menos já não tinha dúvidas, fica aí mais uma confirmação de que nofollow é nofollow. Quanto ao AdWords, bem, nunca trabalhei com AdWords. =)
Uma coisa é certa, para indexação realmente rápida de um blog, faça um direto no google(blogger ou blogspot). Neste fim de semana eu coloquei o meu blog no ar:
Blog Dicas
e sem ads ou google analytics ele foi indexado poucos minutos depois de estar no ar.
É isso aí. Até a próxima!